Regressámos ao nosso sotão transformado em T2 e voilá!, esperava-me uma carta (enorme!) dos meus coleguinhas de sala de Aveiro — com os quais eu não me consegui encontrar por causa de uma muito inconveniente consulta de dentista. Era a resposta ao postal que lhes havia enviado em Novembro, a dar notícias, mas muito curtas. E eles vão e pimba!, escrevem-me uma carta (enorme!).
Agora tenho um problema em mãos: vou ter de lhes escrever de volta, assim qualquer coisa com muitas linhas como eles fizeram, para não parecer mal. E parece que isto das cartas tem preceitos e normas a seguir.
Só me meto em trabalhos!

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