(Que tal, Dinizes? Também nos conseguimos empilhar!)
28/12/2017
25/12/2017
Primeiro Natal com o Gustavo
Este ano, foi o primeiro Natal do Gustavo.
Também deve ter sido a primeira vez que ele viu um bolo com tantas velas.
Se calhar foi a primeira vez que o Vicente viu um bolo com tantas velas... acesas!
As 75 velas da avó Ana.
E depois de abertas as prendas e comido o bacalhau (e encetado o insistente peru), a habitual sessão de fotografias.
Também deve ter sido a primeira vez que ele viu um bolo com tantas velas.
Se calhar foi a primeira vez que o Vicente viu um bolo com tantas velas... acesas!
As 75 velas da avó Ana.
E depois de abertas as prendas e comido o bacalhau (e encetado o insistente peru), a habitual sessão de fotografias.
17/12/2017
Lisboa: esquinas e rostos
Lisboa, és aquela cidade onde a família aparece que nem cogumelos.
Em cada esquina, um primo ou prima. Em cada rosto, um tio ou tia.
De tal maneira, que se nos perdermos no Campo Pequeno, que é a praça do cinema CDE, alguém da família há-de aparecer para nos salvar.
Lisboa, te amo!
Em cada esquina, um primo ou prima. Em cada rosto, um tio ou tia.
De tal maneira, que se nos perdermos no Campo Pequeno, que é a praça do cinema CDE, alguém da família há-de aparecer para nos salvar.
Lisboa, te amo!
02/12/2017
Preparar para o Natal
Há que preparar o Natal com tudo aquilo a que temos direito!
Hampton Court é o palácio do Henrique VIII, das suas 7 mulheres e dos banquetes glamorosos. Uma Versailles em ponto mais pequeno, com jardins a perder de vista (e perder a vista, com o frio que lá faz!) e labirintos pelo meio, e com um toque de excentricidade ligeiramente diferente.
Mas Hampton Court tem também uma pista de gelo, que é o que verdadeiramente interessa!
E depois disso, há que tratar de ir à muito atribulada Winter Wonderland (já que a Feira de Março deixou de poder estar na nossa agenda!) para a dose anual de carroceis.
Hampton Court é o palácio do Henrique VIII, das suas 7 mulheres e dos banquetes glamorosos. Uma Versailles em ponto mais pequeno, com jardins a perder de vista (e perder a vista, com o frio que lá faz!) e labirintos pelo meio, e com um toque de excentricidade ligeiramente diferente.
Mas Hampton Court tem também uma pista de gelo, que é o que verdadeiramente interessa!
E depois disso, há que tratar de ir à muito atribulada Winter Wonderland (já que a Feira de Março deixou de poder estar na nossa agenda!) para a dose anual de carroceis.
28/11/2017
26/11/2017
24/11/2017
Spellings, ahn?
Como é expectável, alguma da ortografia inglesa ainda acarreta desafios para o Vicente. Não é por isso que ele se acanha ou deixa de escrever longos essays, que por sua vez, aumentam as hipóteses de lhe surgirem alguns erros de spelling.
Por cá a caneta verde é a que os alunos usam para corrigir os erros que dão ou para redigirem um curto texto reflexivo sobre o trabalho feito.
Acho que no fim do ano vamos oferecer uma caneta verde à Mrs Parker...
Por cá a caneta verde é a que os alunos usam para corrigir os erros que dão ou para redigirem um curto texto reflexivo sobre o trabalho feito.
Acho que no fim do ano vamos oferecer uma caneta verde à Mrs Parker...
21/11/2017
Síndrome do emigrante
"Mãe, nem vais acreditar! Na escola tínhamos de identificar pessoas conhecidas pela fotografia (…). No 'esquerdo lado' estava o Prince Charles e os meus colegas achavam que ele era actor de uma série qualquer. Eu tive de lhes explicar que ele é da família 'roial'!
19/11/2017
4 da noite
Novembro, hora de Inverno.
Às 4 da tarde é noite. Às 4 da tarde são 4 da noite.
Por isso, e como não está vento, às 3 e 1/2 ainda dá para ir até ao parque para jogar badminton!
Às 4 da tarde é noite. Às 4 da tarde são 4 da noite.
Por isso, e como não está vento, às 3 e 1/2 ainda dá para ir até ao parque para jogar badminton!
12/11/2017
04/11/2017
Bonfire day passado no countryside
Mark Owen. Colega de trabalho na universidade, convidou alguma da malta do departamento para passar o Bonfire Day na casa de campo dele, na zona de Chichester. Lá fomos, rumo ao sul, de arca refrigeradora atrás (com pão caseiro e queijo da serra), para confraternizar num ambiente muito diferente daquele a que estamos habituados e sem certezas de que outras crianças haveria por perto.
O Mark é casado com a Clara Vulliamy, a autora das ilustrações da colecção Mango e Bangbang e que tem oferecido exemplares da versão em português ao Vicente. Foi ela quem nos recebeu numa casa cinzenta, tristonha e com ar de abandonada, perdida no meio do nada, no countryside de Inglaterra.
Fomos os primeiros a chegar. Para não variar. A Clara tinha uma grande panela ao lume com algo que cheirava bem, parecido com um chilli con carne, só que não podia ser porque este simpático casal é muito vegan.
À medida que o resto da tropa ía aparecendo, a mesa com os acepipes ía-se compondo. Almoçámos assim qualquer coisa, metemos uma peça de fruta para cada na mochila e à ordem do Mark, éramos uma dezena de gente, todos a calçar o seu melhor par de botas para uma promissora caminhada/escalada. O destino era um parque natural a 20 mn dali, onde ainda sobrevivem algumas das coníferas mais antigas do mundo (segundo dizem, com cerca de 3000 anos!)
Quando chegámos ao topo do parque, não sem algumas quedas na mui escorregadia lama dos trilhos, a vista era absolutamente magnífica; conseguia-se ver o alto da Isle of Wight e o canal da Mancha, bem lá ao fundo. Ainda lá em cima subimos a umas pequenas colinas de forma muito pouco natural e que, diz-se, são aquilo a que hoje chamaríamos cemitério. Circundando as colinas, as vacas mais engraçadas e pacatas que alguma vez havíamos visto.
E depois, foi sempre a descer, até algo que se assemelhe com o nível do mar... Não sem algumas quedas na mui escorregadia lama dos trilhos! Mas chegámos todos vivos e prontos para a actividade seguinte: o bonfire!
O que nós não sabíamos era que o Mark tem uma obsessão por fogo de artifício. Quando chegámos à casinha semi-assombrada, já de noite e sem luzes além das dos carros, ele tratou de desvendar uma caixa com 60 Kgs de explosivos festivos. Além disso, como tem andado a remodelar a cozinha de Londres, veio para o countryside com uma pilha de restos de madeira velha. Portanto, para estreantes em bonfire, digamos que tivémos um debut como nunca imaginámos, ainda semi-escaldados com os incêndios que sabíamos abundarem por Portugal.
Quanto a fogo de artifício, foi basicamente até o Mark esgotar a sua reserva. E não sem uns sustos, porque alguns, em vez de irem para o lado do campo, vieram literalmente na nossa direcção, rasando algumas cabeças, mesmo à nossa frente.
E esgotada a reserva e esgotados os sustos, fomos todos para dentro jantar chilli con carne vegetariano. Não deixou de ser um sábado diferente e muito bem passado!
O Mark é casado com a Clara Vulliamy, a autora das ilustrações da colecção Mango e Bangbang e que tem oferecido exemplares da versão em português ao Vicente. Foi ela quem nos recebeu numa casa cinzenta, tristonha e com ar de abandonada, perdida no meio do nada, no countryside de Inglaterra.
Fomos os primeiros a chegar. Para não variar. A Clara tinha uma grande panela ao lume com algo que cheirava bem, parecido com um chilli con carne, só que não podia ser porque este simpático casal é muito vegan.
À medida que o resto da tropa ía aparecendo, a mesa com os acepipes ía-se compondo. Almoçámos assim qualquer coisa, metemos uma peça de fruta para cada na mochila e à ordem do Mark, éramos uma dezena de gente, todos a calçar o seu melhor par de botas para uma promissora caminhada/escalada. O destino era um parque natural a 20 mn dali, onde ainda sobrevivem algumas das coníferas mais antigas do mundo (segundo dizem, com cerca de 3000 anos!)
Quando chegámos ao topo do parque, não sem algumas quedas na mui escorregadia lama dos trilhos, a vista era absolutamente magnífica; conseguia-se ver o alto da Isle of Wight e o canal da Mancha, bem lá ao fundo. Ainda lá em cima subimos a umas pequenas colinas de forma muito pouco natural e que, diz-se, são aquilo a que hoje chamaríamos cemitério. Circundando as colinas, as vacas mais engraçadas e pacatas que alguma vez havíamos visto.
E depois, foi sempre a descer, até algo que se assemelhe com o nível do mar... Não sem algumas quedas na mui escorregadia lama dos trilhos! Mas chegámos todos vivos e prontos para a actividade seguinte: o bonfire!
O que nós não sabíamos era que o Mark tem uma obsessão por fogo de artifício. Quando chegámos à casinha semi-assombrada, já de noite e sem luzes além das dos carros, ele tratou de desvendar uma caixa com 60 Kgs de explosivos festivos. Além disso, como tem andado a remodelar a cozinha de Londres, veio para o countryside com uma pilha de restos de madeira velha. Portanto, para estreantes em bonfire, digamos que tivémos um debut como nunca imaginámos, ainda semi-escaldados com os incêndios que sabíamos abundarem por Portugal.
Quanto a fogo de artifício, foi basicamente até o Mark esgotar a sua reserva. E não sem uns sustos, porque alguns, em vez de irem para o lado do campo, vieram literalmente na nossa direcção, rasando algumas cabeças, mesmo à nossa frente.
E esgotada a reserva e esgotados os sustos, fomos todos para dentro jantar chilli con carne vegetariano. Não deixou de ser um sábado diferente e muito bem passado!
31/10/2017
Zombie & Zombina
Mais um Halloween passado na Lindaterra.
Coisa muito séria por cá, ao contrário de Portugal, onde por esta hora alguém nos está a atirar um ovo podre contra a porta de nossa casa porque, como é óbvio, ninguém lá está para dar doces e, por isso, o sinal de disponibilidade para brincar ao Halloween (a abóbora iluminada) não está lá fora.
É triste, mas nós por cá vamos festejar na mesma e desejar uma morte lenta e muito dolorosa aos anormais que, em Mataduços, ainda não aprenderam as regras deste jogo tão simples!
Coisa muito séria por cá, ao contrário de Portugal, onde por esta hora alguém nos está a atirar um ovo podre contra a porta de nossa casa porque, como é óbvio, ninguém lá está para dar doces e, por isso, o sinal de disponibilidade para brincar ao Halloween (a abóbora iluminada) não está lá fora.
É triste, mas nós por cá vamos festejar na mesma e desejar uma morte lenta e muito dolorosa aos anormais que, em Mataduços, ainda não aprenderam as regras deste jogo tão simples!
15/10/2017
14/10/2017
Oxford
Oxford.
Matriculation Day.
O dia em que os novos estudantes são recebidos na academia com uma cerimónia tão formal quanto a de formatura. Estudantes de traje e respectivas famílias por todo o lado! As ruas da cidade estavam à pinha! E dos restaurantes nem se fala!
Mas valeu bem a pena, especialmente a visita à grandiosa sala renascentista que serve como cantina e que inspirou os produtores de Harry Potter!
Matriculation Day.
O dia em que os novos estudantes são recebidos na academia com uma cerimónia tão formal quanto a de formatura. Estudantes de traje e respectivas famílias por todo o lado! As ruas da cidade estavam à pinha! E dos restaurantes nem se fala!
Mas valeu bem a pena, especialmente a visita à grandiosa sala renascentista que serve como cantina e que inspirou os produtores de Harry Potter!
30/09/2017
23/09/2017
Em Setembro, desmembro
De regresso a Londres.
O regresso à escola e um intensificado stress com a preparação para os exames de entrada nas escolas secundárias. A Tiffin Boys, a uma hora de casa, é praticamente impossível: é uma das cinco melhores escolas do país e pelos exemplos de exames de anos anteriores, o nível de inglês é para quem está exposto a este contexto há, seguramente, mais de dois anos. Mas nós vamos à mesma, porque vai servir de treino para a Twyford, onde há 19 vagas para aptidão musical (e cerca de 300 cães para este osso)
O 65 deixa-nos mesmo à porta da Tiffin Boys. O sistema é rigorosíssimo, com atribuição de cores, crianças e respectivos pais com numeração própria e distribuídos por filas identificadas por letras. Só se entra quando os portões abrirem e as filas formam-se e os candidatos multiplicam-se e, em menos de nada, todo o muro exterior da escola, a toda a volta (estamos a falar de um grande quarteirão) desaparece, tapado por centenas de graúdos a testar uma última vez a tabuada a centenas de miúdos, todos estes, com toda a certeza, excelentes alunos.
O que vale é que, no fim de Setembro, tivémos com que desanuviar e, independentemente dos ataques terroristas em Kensington na zona dos museus, lá fomos até ao V&A experimentar coisas estranhas e interactivas no London Design Festival.
O regresso à escola e um intensificado stress com a preparação para os exames de entrada nas escolas secundárias. A Tiffin Boys, a uma hora de casa, é praticamente impossível: é uma das cinco melhores escolas do país e pelos exemplos de exames de anos anteriores, o nível de inglês é para quem está exposto a este contexto há, seguramente, mais de dois anos. Mas nós vamos à mesma, porque vai servir de treino para a Twyford, onde há 19 vagas para aptidão musical (e cerca de 300 cães para este osso)
O 65 deixa-nos mesmo à porta da Tiffin Boys. O sistema é rigorosíssimo, com atribuição de cores, crianças e respectivos pais com numeração própria e distribuídos por filas identificadas por letras. Só se entra quando os portões abrirem e as filas formam-se e os candidatos multiplicam-se e, em menos de nada, todo o muro exterior da escola, a toda a volta (estamos a falar de um grande quarteirão) desaparece, tapado por centenas de graúdos a testar uma última vez a tabuada a centenas de miúdos, todos estes, com toda a certeza, excelentes alunos.
O que vale é que, no fim de Setembro, tivémos com que desanuviar e, independentemente dos ataques terroristas em Kensington na zona dos museus, lá fomos até ao V&A experimentar coisas estranhas e interactivas no London Design Festival.
22/08/2017
Férias de Verão, Portimão
Portimão significa avós, praia e piscina.
E também, mais esporadicamente, os filhos das amigas da minha mãe que, com a sorte que tenho, são meus amigos também. Portanto, se puder andar com eles, tanto melhor!
Claro que experimentar uma aula de surf é sempre um programa benvindo, mas só se eles vierem!
O mesmo se aplica às idas ao Slide & Splash, de onde só saímos quando as filas para os escorregas fecham todas!
Mas Portimão agora significa também Gustavo, que ao pé de mim parece um copo de leite com uma pinga de mel, enquanto eu sou um genuíno UCAL.
O meu priminho mantém-me tão ocupado que os meus pais aproveitam para dar uns giros sem mim. Portimão é bom para toda a gente!
E também, mais esporadicamente, os filhos das amigas da minha mãe que, com a sorte que tenho, são meus amigos também. Portanto, se puder andar com eles, tanto melhor!
Claro que experimentar uma aula de surf é sempre um programa benvindo, mas só se eles vierem!
O mesmo se aplica às idas ao Slide & Splash, de onde só saímos quando as filas para os escorregas fecham todas!
Mas Portimão agora significa também Gustavo, que ao pé de mim parece um copo de leite com uma pinga de mel, enquanto eu sou um genuíno UCAL.
O meu priminho mantém-me tão ocupado que os meus pais aproveitam para dar uns giros sem mim. Portimão é bom para toda a gente!
31/07/2017
Férias de Verão, Lisboa — Like, Dislike!
Na nossa ida rumo ao sul decidimos parar por Lisboa dois dias e fazer um bocadinho de turismo — só um bocadinho!
Como na capital somos "mais que as mães", não há como não encontrar membros da família (LIKE!), por isso, algumas actividades foram mais divertidas do que o esperado.
Para compensar a desilusão que foi para nós a tão badalada exposição "Lisbon Story" (DISLIKE!), a subida ao Arco da Rua Augusta foi bem divertida: primeiro porque só há umas escadas estreitinhas do tipo caracol para se chegar mesmo lá ao cimo, escadas essas que são controladas por uns mini-semáforos (porque ora se sobe, ora se desce) mas que, ou estavam dessincronizados, ou ninguém os respeitava, porque sempre que ficava verde para nós subirmos, havia sempre quem se pusesse a descer e, das duas uma — ou nos espremíamos para passarmos uns pelos outros sem virmos todos escadas abaixo, ou então tínhamos de voltar a descer o que já havíamos subido (porque algumas das pessoas que desciam quando era para nós subirmos já deviam ter sido tão espremidas quando elas próprias tentaram subir que o cérebro se lhes vazou e já nada tinha lá dentro). Mas nós conseguimos chegar lá acima e, para celebrar, tocámos o sino que lá está tantas vezes e tão sem descanso (LIKE!) que, em menos de nada, tínhamos os outros turistas (turistas como nós só que apáticos da espremidela das escadas à qual nós, valentemente, havíamos resistido) a olhar para nós… apáticos.
No dia a seguir rumámos a Belém. Fomos todos contentes apanhar o eléctrico à Praça da Figueira, mas o eléctrico que tínhamos de apanhar para Belém não era um eléctrico daqueles de antigamente. Ficámos novamente muito desiludidos (DISLIKE!).
Quando chegámos, passámos vistoria à fachada dos Jerónimos de lés a lés, visitámos o museu da Marinha (LIKE!) e depois de almoço fomos assistir a uma desastrosa/pirosa sessão de conteúdos infantis no Planetário (DISLIKE!).
Quando finalmente de lá saímos, claro! —família à nossa espera! (LIKE!)
No regresso a casa tivémos um pequeno problema na estação de metro do Cais do Sodré onde nenhuma máquina de pagamento parecia estar a querer colaborar com o cartão de débito. Tivémos de ir ao guichet de atendimento e esperar que o senhor que lá estava terminasse a sua sandocha para nos atender (DISLIKE).
Acabámos a excursão por Lisboa a jantar com os meus tios e com o meu primo Gustavo (LIKE, LIKE!). O meu tio ainda me levou ao Estádio da Luz e presenteou-me com um cartão de sócio só para mim. Com o meu nome e foto e tudo! (LIKE!, LIKE, LIKE!)
Como na capital somos "mais que as mães", não há como não encontrar membros da família (LIKE!), por isso, algumas actividades foram mais divertidas do que o esperado.
Para compensar a desilusão que foi para nós a tão badalada exposição "Lisbon Story" (DISLIKE!), a subida ao Arco da Rua Augusta foi bem divertida: primeiro porque só há umas escadas estreitinhas do tipo caracol para se chegar mesmo lá ao cimo, escadas essas que são controladas por uns mini-semáforos (porque ora se sobe, ora se desce) mas que, ou estavam dessincronizados, ou ninguém os respeitava, porque sempre que ficava verde para nós subirmos, havia sempre quem se pusesse a descer e, das duas uma — ou nos espremíamos para passarmos uns pelos outros sem virmos todos escadas abaixo, ou então tínhamos de voltar a descer o que já havíamos subido (porque algumas das pessoas que desciam quando era para nós subirmos já deviam ter sido tão espremidas quando elas próprias tentaram subir que o cérebro se lhes vazou e já nada tinha lá dentro). Mas nós conseguimos chegar lá acima e, para celebrar, tocámos o sino que lá está tantas vezes e tão sem descanso (LIKE!) que, em menos de nada, tínhamos os outros turistas (turistas como nós só que apáticos da espremidela das escadas à qual nós, valentemente, havíamos resistido) a olhar para nós… apáticos.
No dia a seguir rumámos a Belém. Fomos todos contentes apanhar o eléctrico à Praça da Figueira, mas o eléctrico que tínhamos de apanhar para Belém não era um eléctrico daqueles de antigamente. Ficámos novamente muito desiludidos (DISLIKE!).
Quando chegámos, passámos vistoria à fachada dos Jerónimos de lés a lés, visitámos o museu da Marinha (LIKE!) e depois de almoço fomos assistir a uma desastrosa/pirosa sessão de conteúdos infantis no Planetário (DISLIKE!).
Quando finalmente de lá saímos, claro! —família à nossa espera! (LIKE!)
No regresso a casa tivémos um pequeno problema na estação de metro do Cais do Sodré onde nenhuma máquina de pagamento parecia estar a querer colaborar com o cartão de débito. Tivémos de ir ao guichet de atendimento e esperar que o senhor que lá estava terminasse a sua sandocha para nos atender (DISLIKE).
Acabámos a excursão por Lisboa a jantar com os meus tios e com o meu primo Gustavo (LIKE, LIKE!). O meu tio ainda me levou ao Estádio da Luz e presenteou-me com um cartão de sócio só para mim. Com o meu nome e foto e tudo! (LIKE!, LIKE, LIKE!)

































