Passei o dia na rua!
Isto só acontece uma vez por ano e é sempre um dia muito cheio. E este ano fui líder das operações porque o meu Jeep foi muito cobiçado e eu tive de gerir as viagens todas e os tempos todos e os infinitos conflitos todos, todos. Fiquei exausto. Para o ano vou implementar um sistema de bilhetes e ainda faço uns trocos à conta da coisa. E sempre me canso menos!
24/09/2012
15/09/2012
Em silêncio, mas a manifestar
Fomos à manifestação.
Num grupo grande, do DeCA, num grupo ainda maior de uma dezena de milhar de pessoas.
Não gritámos palavras de ordem, nem levámos cartazes com mensagens, fossem elas quais fossem. Fomos porque o princípio do evento era ser "apartidário".
Mas acima de tudo, fomos porque não estamos contentes e eu quero um Portugal (aquele onde joga o Cristiano) melhor do que este portugal de que os meus pais tanto se queixam. A mami diz que não volta a cantar o hino. Não pelo que nele se canta ou como se canta, que não vale nada, mas pelo que se sente no coração que ela diz já não sentir e pelo arrepio na pele que ela diz já não acontecer.
Fomos porque quando eu for grande não vou conseguir mudar isto tudo sozinho (apesar de eu achar que sim).
Fomos porque, por enquanto, aprecio a ideia de família unida e era bom não ter de deixar o país aos 18 anos, se então optar por continuar a estudar numa universidade com U maiúsculo, ou se então optar por trabalhar com P maiúsculo de profissional.
É que cá, em portugal, só Cristiano é que se escreve com maiúscula…
Num grupo grande, do DeCA, num grupo ainda maior de uma dezena de milhar de pessoas.
Não gritámos palavras de ordem, nem levámos cartazes com mensagens, fossem elas quais fossem. Fomos porque o princípio do evento era ser "apartidário".
Mas acima de tudo, fomos porque não estamos contentes e eu quero um Portugal (aquele onde joga o Cristiano) melhor do que este portugal de que os meus pais tanto se queixam. A mami diz que não volta a cantar o hino. Não pelo que nele se canta ou como se canta, que não vale nada, mas pelo que se sente no coração que ela diz já não sentir e pelo arrepio na pele que ela diz já não acontecer.
Fomos porque quando eu for grande não vou conseguir mudar isto tudo sozinho (apesar de eu achar que sim).
Fomos porque, por enquanto, aprecio a ideia de família unida e era bom não ter de deixar o país aos 18 anos, se então optar por continuar a estudar numa universidade com U maiúsculo, ou se então optar por trabalhar com P maiúsculo de profissional.
É que cá, em portugal, só Cristiano é que se escreve com maiúscula…
