19/09/2011

Primeiro dia de escolinha pública

Hoje foi o meu primeiro dia de escolinha dos grandes. Nesta escolinha há meninos muito diferentes uns dos outros e ninguém (tirando eu e o Afonso) usa bibes iguais. Somos todos diferentes e únicos. A única coisa que usamos de igual é o chapéu que é branco e tem, em azul, um A, um V e muitos Es.


Nesta escolinha entramos às 9:00 mas também saímos mais cedo, ideia que me agrada particularmente. Nesta escolinha não se dorme e prometeram-nos que tudo o que se faz é a brincar. Para além disso, quando a mami me vai buscar, os meninos da primária estão no recreio por isso encontro a Mafalda, a prima dela e as minhas vizinhas da rua.

Estou a gostar da minha escolinha nova!

17/09/2011

Festa da Rua, mais uma!

Levantei-me ainda era de noite. Despachei-me bem depressa porque tínhamos de ir apanhar o Alfa em Tunes. Eu e a mami voltávamos para Aveiro — depois de quatro dias pelo Algarve — mesmo a tempo de participar na Festa da Rua.

Este ano os vizinhos só contribuiram com entradas, sobremesas e bebidas. O menu ditava um dia inteiro de porco no espeto. Vieram dois senhores, com um assador (onde cabia eu e mais três meninos do meu tamanho), um porco já espetado e ali estiveram toda a santa tarde a rodar um volante sempre para o mesmo lado, muito devagarinho. De vez em quando cortavam umas lascas de carne e logo uma fila de gente se formava junto do assador. Eu comi desta carne, com as cenouras que a mami tinha deixado prontas havia cinco dias e com muitas batatas fritas. Também me fartei de beber sumo com bolhinhas, porque uma vez não são vezes.

Às duas da tarde chegou a carrinha com o insuflável, coisa que já vai sendo habitual ter presença no parque da nossa rua, neste dia de festa. Fomos assistir ao aparecimento das formas e dos personagens que dele faziam parte; era o mesmo castelo do ano passado! Claro que, assim que o insuflável ficou pronto, eu fugi dele e da confusão de meninos e meninas, uns por cima dos outros, todos a quererem inaugurar o castelo de borracha e ar. Refugiei-me em casa, com o meu vizinho Eduardo que me devolveu cinco (ou seis?) dos meus carrinhos que eu já tinha dado como desaparecidos.

Quando a fome apertou nas barrigas dos meninos mais velhos, largaram todos o insuflável e lá fomos nós os dois até ao castelo, onde já estavam em preparos outros meninos mais pequenos como nós, para escorregar e saltar mais à vontade.


O Eduardo quis levar o meu jipe e desafiou o papi a fazer corridas com ele usando para isso o carrinho de bebé do primo… com o primo lá enfiado… Mas a mami diz que o papi está é com saudades…

07/09/2011

De volta, tudo novo!

Pois, acabaram-se as férias em Portimão, mas as minhas férias ainda continuaram num período de férias chamado "pós-férias".

As papas de linhaça, que nas suas mais diversas caracterizações, me íam dando algumas garantias de que as minhas idas à casa-de-banho eram regulares, já quase não são precisas. Não há nada que um grande Verão não faça!

Assim, toca de preparar para o início de mais um ano de escolinha. Comecei logo por rever os meus amiguinhos de berçário nos anos do Rodrigo. Ele e o Miguel, que ficaram na escolinha antiga, já começaram a escola, eu e o Afonso é que ainda estamos em "pós-férias". Mas para não dar demasiado nas vistas, fomos também, tal como os restantes, experimentar o mini-basquete quando a época iniciou. O primeiro treino não correu lá muito bem, mas no segundo já me fartei de colaborar e de brincar.




E foi de tal maneira longo este período que… ainda deu para voltar a Portimão para mais umas "mini-férias" de despedida!