Este ano passámos a véspera de Natal em Lisboa, na nova casa do meu tio Ricardo.
E ninguém se lembrou de tirar fotografias.
O dia 25 passámo-lo sozinhos, em Portimão.
E claro, com um magnífico dia de sol, não podíamos deixar de ir até à praia.
Temos registos: uma fotografia de família tirada por terceiros e uma selfie de família tirada por me-selfy. Qual a mais interessante?
25/12/2016
15/12/2016
Christmas Carol
Lá conseguimos ir assistir aos School Christmas Carols em que o Vicente participou.
Na igreja local, a bonita St Mary's Church.
E que tal um onde está o VvVally?
Na igreja local, a bonita St Mary's Church.
E que tal um onde está o VvVally?
04/12/2016
Winter Wonderland 2016
Estamos prontos para o Natal!
E, mais uma vez, como muito provavelmente não vai haver Feira de Março para nós, cá vamos para a Winter Wonderland em pleno Hyde Park. Provavelmente no dia mais frio de todo este inverno!
Não houve coragem para a montanha-russa (ainda), mas a cabine da "realidade real" teve direito a repetição! Depois, o Vicente aventurou-se sozinho no monstruoso Alpen Hotel (de onde chegámos a pensar que ele não voltaria a sair, de tão longo e demorado que é o tour!) e claro, carrinhos-de-choque, como não podia deixar de ser. Mas com direito a passageiro!
E, mais uma vez, como muito provavelmente não vai haver Feira de Março para nós, cá vamos para a Winter Wonderland em pleno Hyde Park. Provavelmente no dia mais frio de todo este inverno!
Não houve coragem para a montanha-russa (ainda), mas a cabine da "realidade real" teve direito a repetição! Depois, o Vicente aventurou-se sozinho no monstruoso Alpen Hotel (de onde chegámos a pensar que ele não voltaria a sair, de tão longo e demorado que é o tour!) e claro, carrinhos-de-choque, como não podia deixar de ser. Mas com direito a passageiro!
20/11/2016
05/11/2016
Tuguinhas 3
Zé Mário, Isabel e Pedro.
Os nossos primeiros hóspedes no número 11.
Seis dias de casa cheia e muita actividade como, por exemplo, torneios diários de ping-pong. No fim-de-semana fomos todos explorar o imenso Camden Market (…o que a Babá perdeu!!!!).
Os nossos primeiros hóspedes no número 11.
Seis dias de casa cheia e muita actividade como, por exemplo, torneios diários de ping-pong. No fim-de-semana fomos todos explorar o imenso Camden Market (…o que a Babá perdeu!!!!).
28/10/2016
Tuguinhas 2
Óscar e imensa companhia!
Uma grande tropa de amigos que nos encheram de mimos!
Levámo-los aos nossos percursos favoritos por Southbank, ainda passámos rapidamente pela Tate (onde se aprende umas coisas sobre Kandinsky e Picasso), fomos assistir a um fantástico musical do West End, neste caso o Charlie and the Chocolate Factory, deixámos o Vicente dormir a primeira noite fora de casa em Londres e passear-se pelo centro com esta tropa toda um dia inteiro, e ainda brincámos ao Halloween!
Uma grande tropa de amigos que nos encheram de mimos!
Levámo-los aos nossos percursos favoritos por Southbank, ainda passámos rapidamente pela Tate (onde se aprende umas coisas sobre Kandinsky e Picasso), fomos assistir a um fantástico musical do West End, neste caso o Charlie and the Chocolate Factory, deixámos o Vicente dormir a primeira noite fora de casa em Londres e passear-se pelo centro com esta tropa toda um dia inteiro, e ainda brincámos ao Halloween!
27/10/2016
16/10/2016
Tuguinhas 1
Babá e Zé António.
Primos, para iniciar a parada — Não há melhor!
E portanto, fomos fazer coisas nunca antes feitas:
Primos, para iniciar a parada — Não há melhor!
E portanto, fomos fazer coisas nunca antes feitas:
- passeámos por Little Venice,
- apanhámos um skinny bateau-mouche e percorremos o Regent Canal até Camden Lock,
- passámos rapidamente por Camden e verificámos que íamos ter que lá voltar em breve,
- subimos Primrose Hill já no lusco fusco; a Babá disse que para o descer tinha de ser à reboleta :) Ela depois também rebolou, mas foi no cimento duro de um sidewalk.
09/10/2016
Tuguinhas para breve!
Nos próximos 30 dias vamos ter tuguinhas por cá em contínuo! Yupi!!!
Todos os fins-de-semana e alguns pela semana fora! Vão ser tantos que não vamos conseguir estar com todos!
Todos os fins-de-semana e alguns pela semana fora! Vão ser tantos que não vamos conseguir estar com todos!
02/10/2016
01/10/2016
De Greenwich em direcção ao centro da terra
Foi para ser diferente e porque andamos sempre de metro.
Apanhámos um catamaran e lá fomos para o centro (desta enorme terra), depois de nos certificarmos de que o meridiano passa mesmo algures ali.
Apanhámos um catamaran e lá fomos para o centro (desta enorme terra), depois de nos certificarmos de que o meridiano passa mesmo algures ali.
16/09/2016
Febre de espião
Logo na segunda semana de escola fiquei cheio de febre.
O termómetro da escola marca sempre acima de 39. Quando chego a casa tenho uns míseros 37, mas a minha mãe achou por bem manter-me refundido porque as diferenças de temperatura entre Portugal e Londres podiam ter-me pregado uma partida qualquer. Claro que, estando doente, assim a padecer de maleitas várias como eu estava, a minha mãe avisou-me logo que ía ter de recuperar na cama. Por isso, lá me esforcei por ficar por perto dela — da cama, claro!
Sempre que a febre já não dava para aguentar mais, eu lá escorregava por entre os lençóis para investir num árduo treino para missões impossíveis, desenvolvendo competências de contorcionismo e stealth.
Em suma, acho que estou preparado. Posso afirmar, seguramente, que afinal há vantagens em ficar (muito doente!) em casa.
O termómetro da escola marca sempre acima de 39. Quando chego a casa tenho uns míseros 37, mas a minha mãe achou por bem manter-me refundido porque as diferenças de temperatura entre Portugal e Londres podiam ter-me pregado uma partida qualquer. Claro que, estando doente, assim a padecer de maleitas várias como eu estava, a minha mãe avisou-me logo que ía ter de recuperar na cama. Por isso, lá me esforcei por ficar por perto dela — da cama, claro!
Sempre que a febre já não dava para aguentar mais, eu lá escorregava por entre os lençóis para investir num árduo treino para missões impossíveis, desenvolvendo competências de contorcionismo e stealth.
Em suma, acho que estou preparado. Posso afirmar, seguramente, que afinal há vantagens em ficar (muito doente!) em casa.
11/09/2016
24/08/2016
Sudoeste alentejano
Fomos com o Vasco e com os pais dele.
Fomos eu e a minha mãe, que o meu pai ficou em Londres a trabalhar.
Em S. Teotónio lá ficámos, numa casinha.
Daquelas com quartos e com piscina. Esta até tinha burros, cabras, galinhas e talvez coelhos. Não sabemos, estavam dentro de umas gaiolas. Os burros víamo-los ao longe (e acordávamos com eles a zurrar de manhã!) e as galinhas, loucas e aos ésses, a fugir de galos cheios de razão e de penas eriçadas, por vezes apareciam e invadiam-nos o campo de futebol.
No dia a seguir, preparámos sandes e farnéis completos e fomos para a praia da Amália. A Amália é aquela senhora equivalente ao Eusébio que também já morreu e que dizia "oigada, oigada" e que cantava a cantiga das tabuínhas, de que a minha mãe gosta muito.
A praia da Amália é única: atravessa-se uma selva amazónica (com o rio Amazonas a correr lá em baixo e tudo), cheia de perigos e lamas entaladoras, especialmente se levarmos Havaianas de tirinha. Os mais desprevenidos podem nunca mais de lá sair! Quando se termina a parte mais temerosa e se chega ao fim da falésia é preciso procurar as escadas, porque as civilizações antigas (mas não tão antigas como a Amália!) trataram de as esconder. O Rio Amazonas desagua no mar por uma queda de água enorme, onde nos fomos refrescar assim que conseguimos chegar à areia.
À noite, fomos jantar a uma espelunca cheia de pescadores curtidos e desdentados que olhavam para nós como se fossemos seres de outro planeta, onde até já tinhamos jantado na noite anterior e onde nos foi servido o melhor arroz de marisco que comemos até hoje. Além disso, havia gatos pequeninos, cheios de pulgas e de remelas, que nos entretiveram durante algum tempo...
No nosso último dia de Alentejo fomos à praia do Carvalhal. Esta praia tem umas piscinas de água, entre rochas, com altos e baixos que, se não dermos atenção, vamos mesmo abaixo. E lá em baixo, nas rochas, andam coisas estranhas, umas que picam e outras que escorregam... Eu e o Vasco ainda arriscámos as rochas mais lá ao fundo, mas tratámos de não explorar muito, não fossemos ser surpreendidos por... qualquer coisa assim, meio má...?
Fomos eu e a minha mãe, que o meu pai ficou em Londres a trabalhar.
Em S. Teotónio lá ficámos, numa casinha.
Daquelas com quartos e com piscina. Esta até tinha burros, cabras, galinhas e talvez coelhos. Não sabemos, estavam dentro de umas gaiolas. Os burros víamo-los ao longe (e acordávamos com eles a zurrar de manhã!) e as galinhas, loucas e aos ésses, a fugir de galos cheios de razão e de penas eriçadas, por vezes apareciam e invadiam-nos o campo de futebol.
No dia a seguir, preparámos sandes e farnéis completos e fomos para a praia da Amália. A Amália é aquela senhora equivalente ao Eusébio que também já morreu e que dizia "oigada, oigada" e que cantava a cantiga das tabuínhas, de que a minha mãe gosta muito.
A praia da Amália é única: atravessa-se uma selva amazónica (com o rio Amazonas a correr lá em baixo e tudo), cheia de perigos e lamas entaladoras, especialmente se levarmos Havaianas de tirinha. Os mais desprevenidos podem nunca mais de lá sair! Quando se termina a parte mais temerosa e se chega ao fim da falésia é preciso procurar as escadas, porque as civilizações antigas (mas não tão antigas como a Amália!) trataram de as esconder. O Rio Amazonas desagua no mar por uma queda de água enorme, onde nos fomos refrescar assim que conseguimos chegar à areia.
À noite, fomos jantar a uma espelunca cheia de pescadores curtidos e desdentados que olhavam para nós como se fossemos seres de outro planeta, onde até já tinhamos jantado na noite anterior e onde nos foi servido o melhor arroz de marisco que comemos até hoje. Além disso, havia gatos pequeninos, cheios de pulgas e de remelas, que nos entretiveram durante algum tempo...
No nosso último dia de Alentejo fomos à praia do Carvalhal. Esta praia tem umas piscinas de água, entre rochas, com altos e baixos que, se não dermos atenção, vamos mesmo abaixo. E lá em baixo, nas rochas, andam coisas estranhas, umas que picam e outras que escorregam... Eu e o Vasco ainda arriscámos as rochas mais lá ao fundo, mas tratámos de não explorar muito, não fossemos ser surpreendidos por... qualquer coisa assim, meio má...?
06/08/2016
O meu sonho de menina...
... era ir ao Monte de São Michel.
Os pelos dos braços eriçaram-se-me quando o vi lá ao fundo.
É um lugar único, inspirador para cenários como os do Harry Potter ou do Game of Thrones.
Temos de lá voltar.
Com o Vicente.
Com água.
À noite.
Os pelos dos braços eriçaram-se-me quando o vi lá ao fundo.
É um lugar único, inspirador para cenários como os do Harry Potter ou do Game of Thrones.
Temos de lá voltar.
Com o Vicente.
Com água.
À noite.
27/07/2016
26/07/2016
25/07/2016
A caminho da nossa casa tuga
O último dia de aulas foi-nos dispensado pelo Mr. Beeden, head teacher da Grange Primary School (com 100% de assiduidade, não esperávamos outra coisa).
Saímos bem cedinho dia 23, atravessámos o túnel, coisa que se faz em 25 minutos (lá em baixo) e que seria mesmo perfeito se as filas para entrar não fossem tão longas, e longas, e longas! Ainda fizémos um booooooooom pedaço de França, nada mais nada menos do que Calais-Poitiers (e com uma hora a menos nos nossos relógios!).
No resort do Futuroscope dormimos no hotel Jules Vernes, no quarto dos crocodilos.
No dia a seguir, sábado, depois de passarmos o inferno de Bordeaux, fomos almoçar e passear a Biarritz e chegámos a casa (a nossa casa tuga) aos 45 minutos de domingo. Com sono, mas prontos para outra!
Saímos bem cedinho dia 23, atravessámos o túnel, coisa que se faz em 25 minutos (lá em baixo) e que seria mesmo perfeito se as filas para entrar não fossem tão longas, e longas, e longas! Ainda fizémos um booooooooom pedaço de França, nada mais nada menos do que Calais-Poitiers (e com uma hora a menos nos nossos relógios!).
No resort do Futuroscope dormimos no hotel Jules Vernes, no quarto dos crocodilos.
No dia a seguir, sábado, depois de passarmos o inferno de Bordeaux, fomos almoçar e passear a Biarritz e chegámos a casa (a nossa casa tuga) aos 45 minutos de domingo. Com sono, mas prontos para outra!

















































