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28/11/2017
26/11/2017
24/11/2017
Spellings, ahn?
Como é expectável, alguma da ortografia inglesa ainda acarreta desafios para o Vicente. Não é por isso que ele se acanha ou deixa de escrever longos essays, que por sua vez, aumentam as hipóteses de lhe surgirem alguns erros de spelling.
Por cá a caneta verde é a que os alunos usam para corrigir os erros que dão ou para redigirem um curto texto reflexivo sobre o trabalho feito.
Acho que no fim do ano vamos oferecer uma caneta verde à Mrs Parker...
Por cá a caneta verde é a que os alunos usam para corrigir os erros que dão ou para redigirem um curto texto reflexivo sobre o trabalho feito.
Acho que no fim do ano vamos oferecer uma caneta verde à Mrs Parker...
21/11/2017
Síndrome do emigrante
"Mãe, nem vais acreditar! Na escola tínhamos de identificar pessoas conhecidas pela fotografia (…). No 'esquerdo lado' estava o Prince Charles e os meus colegas achavam que ele era actor de uma série qualquer. Eu tive de lhes explicar que ele é da família 'roial'!
19/11/2017
4 da noite
Novembro, hora de Inverno.
Às 4 da tarde é noite. Às 4 da tarde são 4 da noite.
Por isso, e como não está vento, às 3 e 1/2 ainda dá para ir até ao parque para jogar badminton!
Às 4 da tarde é noite. Às 4 da tarde são 4 da noite.
Por isso, e como não está vento, às 3 e 1/2 ainda dá para ir até ao parque para jogar badminton!
12/11/2017
04/11/2017
Bonfire day passado no countryside
Mark Owen. Colega de trabalho na universidade, convidou alguma da malta do departamento para passar o Bonfire Day na casa de campo dele, na zona de Chichester. Lá fomos, rumo ao sul, de arca refrigeradora atrás (com pão caseiro e queijo da serra), para confraternizar num ambiente muito diferente daquele a que estamos habituados e sem certezas de que outras crianças haveria por perto.
O Mark é casado com a Clara Vulliamy, a autora das ilustrações da colecção Mango e Bangbang e que tem oferecido exemplares da versão em português ao Vicente. Foi ela quem nos recebeu numa casa cinzenta, tristonha e com ar de abandonada, perdida no meio do nada, no countryside de Inglaterra.
Fomos os primeiros a chegar. Para não variar. A Clara tinha uma grande panela ao lume com algo que cheirava bem, parecido com um chilli con carne, só que não podia ser porque este simpático casal é muito vegan.
À medida que o resto da tropa ía aparecendo, a mesa com os acepipes ía-se compondo. Almoçámos assim qualquer coisa, metemos uma peça de fruta para cada na mochila e à ordem do Mark, éramos uma dezena de gente, todos a calçar o seu melhor par de botas para uma promissora caminhada/escalada. O destino era um parque natural a 20 mn dali, onde ainda sobrevivem algumas das coníferas mais antigas do mundo (segundo dizem, com cerca de 3000 anos!)
Quando chegámos ao topo do parque, não sem algumas quedas na mui escorregadia lama dos trilhos, a vista era absolutamente magnífica; conseguia-se ver o alto da Isle of Wight e o canal da Mancha, bem lá ao fundo. Ainda lá em cima subimos a umas pequenas colinas de forma muito pouco natural e que, diz-se, são aquilo a que hoje chamaríamos cemitério. Circundando as colinas, as vacas mais engraçadas e pacatas que alguma vez havíamos visto.
E depois, foi sempre a descer, até algo que se assemelhe com o nível do mar... Não sem algumas quedas na mui escorregadia lama dos trilhos! Mas chegámos todos vivos e prontos para a actividade seguinte: o bonfire!
O que nós não sabíamos era que o Mark tem uma obsessão por fogo de artifício. Quando chegámos à casinha semi-assombrada, já de noite e sem luzes além das dos carros, ele tratou de desvendar uma caixa com 60 Kgs de explosivos festivos. Além disso, como tem andado a remodelar a cozinha de Londres, veio para o countryside com uma pilha de restos de madeira velha. Portanto, para estreantes em bonfire, digamos que tivémos um debut como nunca imaginámos, ainda semi-escaldados com os incêndios que sabíamos abundarem por Portugal.
Quanto a fogo de artifício, foi basicamente até o Mark esgotar a sua reserva. E não sem uns sustos, porque alguns, em vez de irem para o lado do campo, vieram literalmente na nossa direcção, rasando algumas cabeças, mesmo à nossa frente.
E esgotada a reserva e esgotados os sustos, fomos todos para dentro jantar chilli con carne vegetariano. Não deixou de ser um sábado diferente e muito bem passado!
O Mark é casado com a Clara Vulliamy, a autora das ilustrações da colecção Mango e Bangbang e que tem oferecido exemplares da versão em português ao Vicente. Foi ela quem nos recebeu numa casa cinzenta, tristonha e com ar de abandonada, perdida no meio do nada, no countryside de Inglaterra.
Fomos os primeiros a chegar. Para não variar. A Clara tinha uma grande panela ao lume com algo que cheirava bem, parecido com um chilli con carne, só que não podia ser porque este simpático casal é muito vegan.
À medida que o resto da tropa ía aparecendo, a mesa com os acepipes ía-se compondo. Almoçámos assim qualquer coisa, metemos uma peça de fruta para cada na mochila e à ordem do Mark, éramos uma dezena de gente, todos a calçar o seu melhor par de botas para uma promissora caminhada/escalada. O destino era um parque natural a 20 mn dali, onde ainda sobrevivem algumas das coníferas mais antigas do mundo (segundo dizem, com cerca de 3000 anos!)
Quando chegámos ao topo do parque, não sem algumas quedas na mui escorregadia lama dos trilhos, a vista era absolutamente magnífica; conseguia-se ver o alto da Isle of Wight e o canal da Mancha, bem lá ao fundo. Ainda lá em cima subimos a umas pequenas colinas de forma muito pouco natural e que, diz-se, são aquilo a que hoje chamaríamos cemitério. Circundando as colinas, as vacas mais engraçadas e pacatas que alguma vez havíamos visto.
E depois, foi sempre a descer, até algo que se assemelhe com o nível do mar... Não sem algumas quedas na mui escorregadia lama dos trilhos! Mas chegámos todos vivos e prontos para a actividade seguinte: o bonfire!
O que nós não sabíamos era que o Mark tem uma obsessão por fogo de artifício. Quando chegámos à casinha semi-assombrada, já de noite e sem luzes além das dos carros, ele tratou de desvendar uma caixa com 60 Kgs de explosivos festivos. Além disso, como tem andado a remodelar a cozinha de Londres, veio para o countryside com uma pilha de restos de madeira velha. Portanto, para estreantes em bonfire, digamos que tivémos um debut como nunca imaginámos, ainda semi-escaldados com os incêndios que sabíamos abundarem por Portugal.
Quanto a fogo de artifício, foi basicamente até o Mark esgotar a sua reserva. E não sem uns sustos, porque alguns, em vez de irem para o lado do campo, vieram literalmente na nossa direcção, rasando algumas cabeças, mesmo à nossa frente.
E esgotada a reserva e esgotados os sustos, fomos todos para dentro jantar chilli con carne vegetariano. Não deixou de ser um sábado diferente e muito bem passado!













