Com o preço dos combustíveis a subir e com a crise que aí se está a instalar há que deixar o automóvel para o imprescindível. A bicicleta é fixe, mas chega-se ao destino todo estampirado… O autocarro é fixe, mas não há paragens aqui na nossa zona ainda rural. A mota é fixe e o papi andava com o bichinho desde Roma. Convenceu a mami com uma 125 para a qual não é preciso ter carta, que gasta 2L "se for a abrir", que não paga nem procura estacionamento, que não apanha filas de trânsito. Branca!
Ao fim-de-semana tenho dado sempre uma volta ao quarteirão com o papi. E na semana passada, conseguimos convencer a mami a ir para a Universidade de mota. Ela gostou tanto que no dia a seguir quis ir outra vez, pela autoestrada e tudo!
Nós, por cá, andamos de mota.

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