Fazer parte de uma peça de teatro de final de ano na escola é um grande motivo de orgulho. Especialmente se for sobre o Oliver Twist e se andarmos a treinar para isto desde o half term. Mas a história do OT passa-se no Inverno e nós cá, às 20:00, à hora de início da representação, estamos com 29º. Parece-nos que os remendos e as nódoas são imprescindíveis, mas o casaco é dispensável...
19/07/2016
10/07/2016
Oh Nelson oh Nelson, VigVenio à vista!
À porta da National Gallery, com o VigVenio lá ao fundo.
E à noite, já na cama, com a VigVictory do nosso Portugal.
04/07/2016
03/07/2016
Tower Bridge
Desta vez, fomos mesmo à Tower Bridge! Lá dentro!
Depois de uma penosa subida, que derreteu imediatamente com o nosso almoço, acabou por valer bem a pena. O edifício tem o seu quê de industrial glamouroso e a vista é fantástica!
Depois, claro, tem aqueles dois corredores lá em cima com chão de vidro que transformam o espaço numa arena de selfies e de poses quase obscenas.
Finalmente, já cá fora, esperámos uns minutos para apanhar a ponte a abrir e a fechar. O Vicente fez questão de filmar tudo!
Depois de uma penosa subida, que derreteu imediatamente com o nosso almoço, acabou por valer bem a pena. O edifício tem o seu quê de industrial glamouroso e a vista é fantástica!
Depois, claro, tem aqueles dois corredores lá em cima com chão de vidro que transformam o espaço numa arena de selfies e de poses quase obscenas.
Finalmente, já cá fora, esperámos uns minutos para apanhar a ponte a abrir e a fechar. O Vicente fez questão de filmar tudo!
19/06/2016
Inês, old chap
Há muitos anos atrás o Vicente teve uma coleguinha de infantário chamada Inês Huet Casanova.
O infantário mudou, a escola primária começou e, tal como com muitos outros meninos que se cruzaram com o Vicente na sua pequena grande vida, a Inês desapareceu.
Seis anos volvidos e deparamo-nos com a complicada decisão de mudar de país. Um casal de colegas do Departamento de Educação da UA (que há dois anos havia decidido trocar a academia portuguesa pela inglesa) ajudou-nos a decidir, mostrando-nos as vantagens profissionais que isso (me) traria. Curiosamente, cá em Londres vivemos relativamente perto deles e, por isso, lá nos vamos encontrando ao fim-de-semana, quando calha. Mais curioso ainda é que a filha mais velha deles, de seu nome Inês, é a Inês Huet Casanova do infantário.
O infantário mudou, a escola primária começou e, tal como com muitos outros meninos que se cruzaram com o Vicente na sua pequena grande vida, a Inês desapareceu.
Seis anos volvidos e deparamo-nos com a complicada decisão de mudar de país. Um casal de colegas do Departamento de Educação da UA (que há dois anos havia decidido trocar a academia portuguesa pela inglesa) ajudou-nos a decidir, mostrando-nos as vantagens profissionais que isso (me) traria. Curiosamente, cá em Londres vivemos relativamente perto deles e, por isso, lá nos vamos encontrando ao fim-de-semana, quando calha. Mais curioso ainda é que a filha mais velha deles, de seu nome Inês, é a Inês Huet Casanova do infantário.
18/06/2016
15/06/2016
Visita de estudo à Sky Studios
Os Studios da Sky ficam mesmo aqui ao lado.
Passamos por eles sempre que vamos ao hipermercado.
A escola do Vicente organizou uma visita de estudo à Sky e eu ofereci-me de imediato para ir fazer de mãe-ajudante! (Devo referir que não me ofereci para ir a nenhuma das outras visitas de estudo ou actividades no exterior, como a base aérea da RAF, o templo Sikh, os corta-matos no parque, entre outras).
Depois de visitar os estúdios da Sky Sports, de ver lá ao fundo por uma janelinha os jornalistas da Sky News em directo, e de passar pelo corredor onde, no momento, se filmavam algumas das cenas de interior do Game of Thrones, a turma foi levada para a Sky Academy para experimentar fazer uma peça noticiosa sobre catástrofes naturais.
Foi dividida em quatro grupos e a cada elemento do grupo foi atribuído um papel: o grupo do Vicente escolheu os tornados e ficou responsável pelas entrevistas no local. O Vicente foi o realizador e um dos voz-off (no seu melhor inglês!), e depois havia um produtor, uma operadora de camara, uma editora, uma reporter, uma desalojada e um cientista — cuja autoridade ficou um pouco por credibilizar porque o coitado, de origem muito grega e chegado a Londres há pouco mais que o Vicente, tinha de ler as deixas dele no ponto, que para ele passava a correr.
Claro que a parte mais gira foi a de quando o croma por trás deles foi transformado em imagens de tornados e cidades viradas do avesso, só no ecrã. O fundo verde da realidade e o fundo faz de conta na televisão foi um evento de grande fascínio.
No fim, o grupo montou a sua peça que depois encaixou com as peças dos outros três grupos, num trabalho final que uns dias depois lhes foi enviado para a escola (mas que por motivos óbvios de privacidade não podemos publicar nestes meios).
Passamos por eles sempre que vamos ao hipermercado.
A escola do Vicente organizou uma visita de estudo à Sky e eu ofereci-me de imediato para ir fazer de mãe-ajudante! (Devo referir que não me ofereci para ir a nenhuma das outras visitas de estudo ou actividades no exterior, como a base aérea da RAF, o templo Sikh, os corta-matos no parque, entre outras).
Depois de visitar os estúdios da Sky Sports, de ver lá ao fundo por uma janelinha os jornalistas da Sky News em directo, e de passar pelo corredor onde, no momento, se filmavam algumas das cenas de interior do Game of Thrones, a turma foi levada para a Sky Academy para experimentar fazer uma peça noticiosa sobre catástrofes naturais.
Foi dividida em quatro grupos e a cada elemento do grupo foi atribuído um papel: o grupo do Vicente escolheu os tornados e ficou responsável pelas entrevistas no local. O Vicente foi o realizador e um dos voz-off (no seu melhor inglês!), e depois havia um produtor, uma operadora de camara, uma editora, uma reporter, uma desalojada e um cientista — cuja autoridade ficou um pouco por credibilizar porque o coitado, de origem muito grega e chegado a Londres há pouco mais que o Vicente, tinha de ler as deixas dele no ponto, que para ele passava a correr.
Claro que a parte mais gira foi a de quando o croma por trás deles foi transformado em imagens de tornados e cidades viradas do avesso, só no ecrã. O fundo verde da realidade e o fundo faz de conta na televisão foi um evento de grande fascínio.
No fim, o grupo montou a sua peça que depois encaixou com as peças dos outros três grupos, num trabalho final que uns dias depois lhes foi enviado para a escola (mas que por motivos óbvios de privacidade não podemos publicar nestes meios).
14/06/2016
Mister Cheef, lost in translation
PARTE 1, em casa
V — Mãe, temos uma professora nova de DT (Design e Tecnologia). É do Canadá.
C — Ena! E do lado francês ou do lado inglês?
V — Deve ser dos dois, porque o último nome dela escreve-se Chefe, mas diz-se Cheef.
C — Isso não faz muito sentido…
V — … É, ela não faz muito sentido…
C — Então?
V — Então ela quer que a tratemos por Mister Cheef!
C — Mister?
V — Mister!
C — Vicente, se calhar foste tu que percebeste mal!
V — Não percebi nada mal, até os meus colegas que nasceram cá dizem "it doesn't make any sense!"
C — …
V — Mister Cheef, mãe.
C — Mas ela parece-se… com um homem?
V — Não.
C — Nem um bocadinho?
V — Eu acho que não.
C — Tem maminhas?
V — Oh mãe, sei lá!!! Achas???
PARTE 2, University of West London, open office, colegas
C — S, tu que és do Canadá, explica-me isto: o meu filho tem uma prof canadiana que lhes pede para a tratarem por Mister. Mister Chefe... Está aqui a escapar-me alguma coisa?
S — [??] Será que ele percebeu bem?
C — Ele garante que sim e que os próprios colegas nativos se queixam que não faz sentido e que gozam com a situação.
S — Bem, diria que é claramente um problema de identidade... será trans? Se calhar ainda não resolveu o nome!
A — Eu tenho duas sobrinhas trans!
S — Duas??? Isso é genético?
A — Não, porque nem sequer são do mesmo lado da família... já foram homens, agora são mulheres. O processo de mudança do nome no caso delas ficou para o fim...
C — Foi o que me ocorreu, mas parece-me que se assim fosse as crianças deviam ser minimamente informadas, até para aprenderem a lidar com casos destes, sem chacota e sem desprezo.
S — Claro, a Prof principal devia ter falado com a turma…
A — Bem, parece-me que neste caso, terás de ser tu a falar com o teu filho.
PARTE 3, Grange Primary School, sala de aula, professora principal
C — Miss, o V está baralhado e os colegas não o conseguem ajudar nisto: a nova Prof quer que eles a tratem por Mister Chefe…?
M — Mister Chefe?
C — Sim, e ele garante-me que ela é… fêmea?
M — Ahhh… :) Miss Da Chefe! O último nome dela tem o "prefixo" Da. Miss Da Chefe. Ela deve pronunciar muito depressa e eles não perceberam à primeira.
C — Nem à primeira, nem à segunda… Talvez escrevendo o nome dela ajudasse?
M — Obrigada por avisar, vou escrever o nome dela no quadro e explicar-lhes… que ela é mesmo fêmea.
V — Mãe, temos uma professora nova de DT (Design e Tecnologia). É do Canadá.
C — Ena! E do lado francês ou do lado inglês?
V — Deve ser dos dois, porque o último nome dela escreve-se Chefe, mas diz-se Cheef.
C — Isso não faz muito sentido…
V — … É, ela não faz muito sentido…
C — Então?
V — Então ela quer que a tratemos por Mister Cheef!
C — Mister?
V — Mister!
C — Vicente, se calhar foste tu que percebeste mal!
V — Não percebi nada mal, até os meus colegas que nasceram cá dizem "it doesn't make any sense!"
C — …
V — Mister Cheef, mãe.
C — Mas ela parece-se… com um homem?
V — Não.
C — Nem um bocadinho?
V — Eu acho que não.
C — Tem maminhas?
V — Oh mãe, sei lá!!! Achas???
PARTE 2, University of West London, open office, colegas
C — S, tu que és do Canadá, explica-me isto: o meu filho tem uma prof canadiana que lhes pede para a tratarem por Mister. Mister Chefe... Está aqui a escapar-me alguma coisa?
S — [??] Será que ele percebeu bem?
C — Ele garante que sim e que os próprios colegas nativos se queixam que não faz sentido e que gozam com a situação.
S — Bem, diria que é claramente um problema de identidade... será trans? Se calhar ainda não resolveu o nome!
A — Eu tenho duas sobrinhas trans!
S — Duas??? Isso é genético?
A — Não, porque nem sequer são do mesmo lado da família... já foram homens, agora são mulheres. O processo de mudança do nome no caso delas ficou para o fim...
C — Foi o que me ocorreu, mas parece-me que se assim fosse as crianças deviam ser minimamente informadas, até para aprenderem a lidar com casos destes, sem chacota e sem desprezo.
S — Claro, a Prof principal devia ter falado com a turma…
A — Bem, parece-me que neste caso, terás de ser tu a falar com o teu filho.
PARTE 3, Grange Primary School, sala de aula, professora principal
C — Miss, o V está baralhado e os colegas não o conseguem ajudar nisto: a nova Prof quer que eles a tratem por Mister Chefe…?
M — Mister Chefe?
C — Sim, e ele garante-me que ela é… fêmea?
M — Ahhh… :) Miss Da Chefe! O último nome dela tem o "prefixo" Da. Miss Da Chefe. Ela deve pronunciar muito depressa e eles não perceberam à primeira.
C — Nem à primeira, nem à segunda… Talvez escrevendo o nome dela ajudasse?
M — Obrigada por avisar, vou escrever o nome dela no quadro e explicar-lhes… que ela é mesmo fêmea.
11/06/2016
9º Aniversário, o dia, em Londres
Hoje foi o dia de aniversário do Vicente.
Com a festa já tratada há uma semana atrás e com o tempo instável a prometer um fim-de-semana de chuva, o programa não foi muito arrojado e optámos por algo lá fora cá perto. Kew Gardens.
Admitimos que não é o modo mais interessante de se passar o dia de anos, especialmente quando se faz 9, mas os caminhos labirínticos por entre arbustos e árvores, os troncos que se treparam, os percursos pelos topos das árvores, entre elas sequóias, e as outras coisas enormes que vimos, como as folhas que no Chile são usadas como guarda-chuvas, não deixou de ter o seu quê de interessante.
Não obstante, passar o dia de anos só com adultos (ainda por cima os mesmos de todos os dias), sem receber prenda nenhuma e a ver as horas a passar e a perceber que a maioria dos habituées não se lembrou nem de ligar nem de mandar mensagem, deixou o rapaz triste — para não dizer deprimido. À hora do jantar não conseguiu mais conter as lágrimas. Valeu-nos uma vela e uma fatia de bolo de backup (antecipámos a coisa!) e uma prendinha simbólica, só para fechar o dia. Aos que se lembraram, o nosso obrigada!
Com a festa já tratada há uma semana atrás e com o tempo instável a prometer um fim-de-semana de chuva, o programa não foi muito arrojado e optámos por algo lá fora cá perto. Kew Gardens.
Admitimos que não é o modo mais interessante de se passar o dia de anos, especialmente quando se faz 9, mas os caminhos labirínticos por entre arbustos e árvores, os troncos que se treparam, os percursos pelos topos das árvores, entre elas sequóias, e as outras coisas enormes que vimos, como as folhas que no Chile são usadas como guarda-chuvas, não deixou de ter o seu quê de interessante.
Não obstante, passar o dia de anos só com adultos (ainda por cima os mesmos de todos os dias), sem receber prenda nenhuma e a ver as horas a passar e a perceber que a maioria dos habituées não se lembrou nem de ligar nem de mandar mensagem, deixou o rapaz triste — para não dizer deprimido. À hora do jantar não conseguiu mais conter as lágrimas. Valeu-nos uma vela e uma fatia de bolo de backup (antecipámos a coisa!) e uma prendinha simbólica, só para fechar o dia. Aos que se lembraram, o nosso obrigada!
04/06/2016
9º Aniversário, festa em Portugal
Este foi o bolo deste ano.
Comemora a nossa vinda para o Reino Unido, o sucesso da integração do Vicente, o inglês coloquial que ele tão rapidamente aprendeu e, sim, os 90 anos da Rainha, que não queremos ofender ninguém!
O Vicente convidou mais ou menos os mesmos meninos de sempre, mas este ano vieram todos e por isso, se normalmente tínhamos de gerir 12 ou 13 crianças, este ano contámos com 20!
Lá se sopraram as velas e, depois de muitas tentativas, lá se fez a difícil foto de grupo.
Foi uma grande festa, mas agora merecíamos uma semana de férias, assim à laia de bónus!
22/05/2016
20/05/2016
Em Overdale
Mudámos de casa.
Para uma casa vitoriana, com uma cozinha separada da sala — que se divide em sala de estar e sala de jantar — com um quarto double, um quarto single e um quarto half e com as features da altura — que é o mesmo que dizer vidros simples, janelas de guilhotina que não fecham (ou que não abrem), carpete por todo o lado, escadas íngremes com degraus para pés de gueixa, casa de banho minúscula (nem vale a pena dizer que não tem bidé, certo?) e uma cozinha com um exaustor cuja chaminé termina… no armário por cima do exaustor. Isto é o normal e isto foi o que vimos e que decidimos aceitar depois de ver a casa.
O que não sabíamos é que, além de nós, haveria mais inquilinos. Inquilinas. Muitas mais!
Assim que começámos a montar móveis elas apareceram, cheias de interesse, pressa, energia e FOME! Pulgas por todo o lado! Até conseguirmos que o pest control cá viesse resolver-nos isto, sprayzámos a casa toda e deixámos killing pools pelo chão. Isto, claro, depois de termos tirado uma pós-graduação em pulgas, online e em menos de 45mn!
Mas no fim, tudo se compôs.
As inquilinas parasitas desapareceram e nós entrámos na propriedade no dia em que a nossa nova rua estava fechada ao trânsito, ao abrigo do programa Play Streets Ealing. E assim se fizeram, imediatamente, novos amigos!
Para uma casa vitoriana, com uma cozinha separada da sala — que se divide em sala de estar e sala de jantar — com um quarto double, um quarto single e um quarto half e com as features da altura — que é o mesmo que dizer vidros simples, janelas de guilhotina que não fecham (ou que não abrem), carpete por todo o lado, escadas íngremes com degraus para pés de gueixa, casa de banho minúscula (nem vale a pena dizer que não tem bidé, certo?) e uma cozinha com um exaustor cuja chaminé termina… no armário por cima do exaustor. Isto é o normal e isto foi o que vimos e que decidimos aceitar depois de ver a casa.
O que não sabíamos é que, além de nós, haveria mais inquilinos. Inquilinas. Muitas mais!
Assim que começámos a montar móveis elas apareceram, cheias de interesse, pressa, energia e FOME! Pulgas por todo o lado! Até conseguirmos que o pest control cá viesse resolver-nos isto, sprayzámos a casa toda e deixámos killing pools pelo chão. Isto, claro, depois de termos tirado uma pós-graduação em pulgas, online e em menos de 45mn!
Mas no fim, tudo se compôs.
As inquilinas parasitas desapareceram e nós entrámos na propriedade no dia em que a nossa nova rua estava fechada ao trânsito, ao abrigo do programa Play Streets Ealing. E assim se fizeram, imediatamente, novos amigos!
17/05/2016
Vai uma rodinha?
10/05/2016
A despedir de Ranelagh Road
Como não há melhor forma de adaptação a um novo estilo de vida do que a de evitar a
estabilidade, estamos a preparar-nos para nos mudar de casa. Paulatinamente, vamo-nos despedindo do apartamento que nos acolheu em Londres, quando cá chegámos, há sete meses atrás.
08/05/2016
Estão 27º lá fora e o inferno cá dentro
Não se pode estar dentro do nosso caixloft em dias de Verão como o de hoje.
Vamos para o parque, senão assamos!
Vamos para o parque, senão assamos!
01/05/2016
Windsor
Tirámos um dia para ir a Windsor em família.
À excepção dos avós que são muito letrados nisto de visitas guiadas, nós aceitámos pela primeira vez visitar um museu de auscultadores. Não é tarefa fácil quando a interface está mal desenhada, o touch screen é hiper-sensível, e o senhor guia que lá está gravado com a história toda começa a visita sem que lhe tenhamos dado licença e, pior do que isso, em japonês. Claro que dá para mudar a língua, não fosse o ecrã do realejo a que os auscultadores ligam, ter os símbolos e botões todos naquele idioma tão divertido, sendo impossível descobrir qual o Home, o Back ou até o Off!
Tirando isto, lá íamos, cada um a ouvir um capítulo diferente do do outro, e sempre que falávamos entre nós, uns com os outros... digamos que dávamos um pouco nas vistas... ou melhor, nos auriculares. Como o Vicente teve o bom senso de perguntar a um dos concierges se a Rainha andava por lá, ficámos a saber que a senhora estava para fora nesse dia, por isso, felizmente, não corremos o risco de ser banidos do recinto por lhe interrompermos a sesta.
À excepção dos avós que são muito letrados nisto de visitas guiadas, nós aceitámos pela primeira vez visitar um museu de auscultadores. Não é tarefa fácil quando a interface está mal desenhada, o touch screen é hiper-sensível, e o senhor guia que lá está gravado com a história toda começa a visita sem que lhe tenhamos dado licença e, pior do que isso, em japonês. Claro que dá para mudar a língua, não fosse o ecrã do realejo a que os auscultadores ligam, ter os símbolos e botões todos naquele idioma tão divertido, sendo impossível descobrir qual o Home, o Back ou até o Off!
Tirando isto, lá íamos, cada um a ouvir um capítulo diferente do do outro, e sempre que falávamos entre nós, uns com os outros... digamos que dávamos um pouco nas vistas... ou melhor, nos auriculares. Como o Vicente teve o bom senso de perguntar a um dos concierges se a Rainha andava por lá, ficámos a saber que a senhora estava para fora nesse dia, por isso, felizmente, não corremos o risco de ser banidos do recinto por lhe interrompermos a sesta.
29/04/2016
Avós em visita
A avó Ana e o avô Mário vieram visitar-nos.
Vamos tirar uma foto para marcar o momento da primeira visita a Londres.
Aí, avós e neto, todos no sofá!
Quando eu disser "três" ninguém se mexe!
1,
2,
3!
Vamos tirar uma foto para marcar o momento da primeira visita a Londres.
Aí, avós e neto, todos no sofá!
Quando eu disser "três" ninguém se mexe!
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2,
3!
25/04/2016
Parabéns à Rainha!
A Rainha fez 90 anos há dias e todos os meninos de todas as escolas de Londres e dos outros sítios de Inglaterra vão mandar-lhe um desenho a desejar-lhe felicidades e a dar os parabéns, e essas coisas. Ela vai ter de escolher um dos desenhos (ou cinco, não sei bem) e esse vai aparecer em todo o lado, na televisão e no jornal do mundo, que é o mais importante de todos os jornais.
24/04/2016
Victoria & Albert Museum
Vale a pena ir ao Victoria & Albert.
É grandioso, majestoso e tem réplicas de tudo o que se possa imaginar. Até duas colunas de Trajano à escala real! Duas! — não fosse uma delas passar despercebida!
Não vimos tudo, claro! Havemos de lá voltar!
É grandioso, majestoso e tem réplicas de tudo o que se possa imaginar. Até duas colunas de Trajano à escala real! Duas! — não fosse uma delas passar despercebida!
Não vimos tudo, claro! Havemos de lá voltar!
23/04/2016
Junk crunchers
Hoje foi dia de desenhar Junk Crunchers.
Junk Crunchers são uns robots sofisticados que trituram o lixo e o enviam em partículas minúsculas e por teletransporte para outras galáxias. Decidimos fazer uma competição e combinámos que ganharia o mais horrível e mais eficiente. Cumulativamente, claro!
Penso que não há dúvidas...
Junk Crunchers são uns robots sofisticados que trituram o lixo e o enviam em partículas minúsculas e por teletransporte para outras galáxias. Decidimos fazer uma competição e combinámos que ganharia o mais horrível e mais eficiente. Cumulativamente, claro!
Penso que não há dúvidas...
17/04/2016
Museum of Brands and Advertising — Notting Hill
Ora, ora!
No museu da publicidade e a recursar-se ser fotografado!
Deixa-te lá de coisas e põe-te mas é sem sentido!
E mesmo depois de levar com a história das embalagens de Tide, Cadbury's e Duraglit, com todos os artefactos promocionais da coroa e da rainha, e com a evolução do logo da Johnny Walker, vai para a famosa Portobello Road revelar que nunca ninguém lhe deu um telefone de brincar. Telefone de disco! Se pode!
No museu da publicidade e a recursar-se ser fotografado!
Deixa-te lá de coisas e põe-te mas é sem sentido!
E mesmo depois de levar com a história das embalagens de Tide, Cadbury's e Duraglit, com todos os artefactos promocionais da coroa e da rainha, e com a evolução do logo da Johnny Walker, vai para a famosa Portobello Road revelar que nunca ninguém lhe deu um telefone de brincar. Telefone de disco! Se pode!
03/04/2016
Torre de Londres
Como é possível!
Esquecemo-nos de vos contar e mostrar que em Novembro fomos à Torre de Londres, também conhecida como Torre dos Horrores…
… que é ainda o sítio onde se guardam as jóias da Coroa. Não façam o que nós fizemos na foto abaixo porque as jóias não se podem fotografar. Quase que éramos decapitados!
Esquecemo-nos de vos contar e mostrar que em Novembro fomos à Torre de Londres, também conhecida como Torre dos Horrores…
… que é ainda o sítio onde se guardam as jóias da Coroa. Não façam o que nós fizemos na foto abaixo porque as jóias não se podem fotografar. Quase que éramos decapitados!
02/04/2016
01/04/2016
31/03/2016
Parabéns ao Familiaríssima!
O Familiaríssima completou este mês 10 anos!
Há 10 anos atrás os conteúdos dos primeiros posts discutiam as aventuras da Anastácia, do Beto e do Peter. Está tudo em arquivo! Outros tempos… :)
Há 10 anos atrás os conteúdos dos primeiros posts discutiam as aventuras da Anastácia, do Beto e do Peter. Está tudo em arquivo! Outros tempos… :)
30/03/2016
Oceano Atlântico… tão bom que até faz mal!
É sexta-feira santa.
Não temos família por perto nem direito a favas ou a cozido de grão.
Está um sol daqueles de que gostamos, mesmo a chamar-nos para o sul.
Nós vamos sempre para sul nesta altura…
Vamos apanhar sol e ver o mar.
O do canal?
Não, o do sul, Oceano Atlântico!
Vamos a Brighton.
Bora!
Parece que não fomos os únicos.
O que é aquilo lá ao fundo? Uma feira de Março por cima de água?
Vamos lá ver…
Parece que sim, o antigo cais convertido em casino e feira popular.
Olha, a bandeira de Portugal!
Podemos andar na montanha-russa? Ou neste, com água?
Vais ficar todo molhado!
E este sol não é para brincadeiras. Põe o capuz na cabeça!
Domingo de Páscoa aparece a primeira febre.
E a primeira semana de férias é passada em casa, entre termómetros e xaropes.
Não temos família por perto nem direito a favas ou a cozido de grão.
Está um sol daqueles de que gostamos, mesmo a chamar-nos para o sul.
Nós vamos sempre para sul nesta altura…
Vamos apanhar sol e ver o mar.
O do canal?
Não, o do sul, Oceano Atlântico!
Vamos a Brighton.
Bora!
Parece que não fomos os únicos.
O que é aquilo lá ao fundo? Uma feira de Março por cima de água?
Vamos lá ver…
Parece que sim, o antigo cais convertido em casino e feira popular.
Olha, a bandeira de Portugal!
Podemos andar na montanha-russa? Ou neste, com água?
Vais ficar todo molhado!
E este sol não é para brincadeiras. Põe o capuz na cabeça!
Domingo de Páscoa aparece a primeira febre.
E a primeira semana de férias é passada em casa, entre termómetros e xaropes.
















































