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Também sabe dar as horas como o relógio de parede /tum-tum-tum…/, mas normalmente fica-se por uma badalada a menos.
Porém, de tudo, o melhor foi quando o Vicente aprendeu /papi/, expressão que emprega sempre que sente o pai por perto mas não o vê, dando-lhe mesmo a curiosa entoação de uma interrogação /papi?/, como quem pergunta "onde estás?" Esta semana o Vicente estreou-se com /mami/ e o meu coração inchou de tal maneira que até me faltou o ar.

































