31/10/2015

Halloween farewell

Como sabem, estamos de partida para Londres.
A minha mãe já lá está, há um mês. Agora vamos nós, eu e o meu pai, depois de um mês os dois home alone.
Para assinalar o meu último dia de escola em Portugal, fui assim, neste assustador paramento. Calhou bem ter sido um dia de brincar ao faz-de-conta. E que mais posso eu dizer sobre este momento memorável a não ser que o meu pai se safa muito bem com as sombras, com o eyeliner e com os batons da minha mãe?!


14/09/2015

Últimos dias de férias

De regresso a Aveiro, depois de um Verão hiper curto e completamente atípico no Algarve, aproveito os últimos dias de férias na companhia de aveirenses.
Obrigados à Margarida e ao Diogo!




31/07/2015

Ilha da Madeira

Fomos à Madeira.
Cinco dias fora do registo habitual.
Gostámos muito e, como fica sempre alguma coisa por ver, havemos de lá voltar!







22/07/2015

A mãe que não compra peixes

Ao dar a volta aos cadernos do 2º ano e ao separar aquilo que é para guardar do que pode ir para o lixo, descobrimos este tesourinho no verso de uma ficha de matemática:


19/07/2015

Zoo da Maia

Vimos a foto da National Geographic nas notícias e fomos a correr até ao Zoo da Maia (cuja existência desconhecíamos).

No dia a seguir o Vicente escreveu um extenso relatório sobre a visita, no qual destacou o espectáculo com o leão marinho e as cobras que muito o arrepiaram. Valeu a pena: aprendemos algumas coisas, por exemplo, como distinguir uma arara de um papagaio!




13/07/2015

OTL de Verão

Na piscina ou na praia…


No parque da cidade…



Nas aulas de ténis e de squash…


Na Fábrica da Ciência…


No BTT junto ao rio Vouga…


Na preparação de um lanche muito a sério…


… este ano voltei à ACREMA e mais uma vez foi muito bom.

28/06/2015

Diplomados em Futsal

Hoje foi dia de Gala.
A 3ª Gala do Beira-Mar, com entrega de prémios e distinções a quem se mantém fiel a esta entidade, com perseverança e fé de que um dia o clube há-de ressurgir das trevas negras para uma vida áurea. Desde os sócios mais antigos, passando pelos Auri-Negros (a fervorosa e impressionante claque composta por apenas CINCO pessoas) e culminando nos atletas das 15 secções desportivas que asseguram a presença do clube nos jornais da região, também o Vicente foi um dos laureados este ano, recebendo um bonito diploma amarelo e preto, que assegura o seu desportivismo e empenho na modalidade de Futsal — que, das 15, foi a que juntou mais atletas no palco!

Extrema esquerda, junto ao mister.
Parabéns, V!


11/06/2015

8º Aniversário

Depois de um convite muito orientado…



… e de um bolo de decoração inspiradora…


… só falta mesmo virem só rapazes dos que só param de jogar à bola para soprar as velas!


31/05/2015

Tranças no berço

Fomos finalmente a Guimarães e levámos o Pedrito connosco.
Gostámos muito, apesar de ser domingo e de, pela tarde, estar quase tudo fechado.


Démos a volta completa a pé, e por alguns sítios passámos seguramente umas três vezes, nem que fosse porque a minha mãe queria trazer para Aveiro as célebres Tranças de Guimarães, doce conventual da região mas que os vimaranenses que fomos encontrando desconheciam e nem a confeitaria de produção mais tradicional da terra sabia de que tratava.

Tivémos de descansar…


28/04/2015

Primeiro momento de avaliação aberto ao público

Desta vez foi a sério.
Conta para avaliação e tudo!
Na minha primeira audição de viola d'arco toquei o Schven Fock Son (French Folk Song), sem me enganar e a acompanhar o piano do professor!
Palmas para mim!!!


18/04/2015

Embriocardio


1º Acto — Anunciação

 

Cena 1

Sexta-feira, no restaurante, para jantar, mesa redonda, António, Catarina, Vicente, Adriana e Formosinho. António, desafiador, inicia diálogo com Vicente, distraído a petiscar tostas, broa e carapauzinhos fritos.

António: Então, Vicente, sabes que a mami agora tem dois corações a bater?
Vicente: Como é que sabes isso?
António: Vi, num exame que um doutor fez hoje à mãe.
Vicente: Viste o quê?
António: Que a mãe tem um coração pequenino, novo, a bater.
Vicente: Posso comer mais um carapau?… Metade?

Cena 2

António retoma o diálogo com Vicente, agora proibido de continuar a malhar nas entradas.

António: Ouviste o que eu disse?
Vicente: Que a mami tem dois corações? Ouvi! Onde é que estão os dois?
António: Está um aqui (levando uma mão ao peito), onde sempre esteve, e está um novo, pequenino, aqui (levando uma mão à barriga).
Vicente: Porque é que a mãe tem dois corações? Eu também quero!
Todos: Não podes.
Formosinho: Tu nunca hás-de ter dois!

Vicente olha para todos, um por um, frustrado, nitidamente sem perceber de que se está a falar.

Vicente: Porquê? Mãe, tu tens dois corações a bater?
Catarina: Sim, um é muito pequenino...
Vicente: Eu também quero!
António: Para que queres tu dois corações?
Vicente: Olha, para ter muita saúde!

Cena 3

Vicente retoma a discussão.

Vicente: Há mais pessoas com dois corações?
Todos: Claro que sim!
Vicente: E com três?
Todos: Sim!
Vicente: E com quatro?
Todos: ... Sim.
Vicente: E com cinco?
António: Hmmm...
Formosinho: Ehrrr... Ssssssim...
Adriana: Claro que há!
António: Mas é raro!

Cena 4

António tenta encerrar o assunto, solicitando a atenção de Vicente, virando-o para ele.

António: Olha lá, onde é que as pessoas têm o coração? É no peito, não é?
Vicente: Sim.
António: E quantos corações é que cada pessoa tem?
Vicente: Um?
António: Certo. Então, se a mãe tem o dela no peito, de quem é que tu achas que é o pequenino que ela tem na barriga?

Todos observam, expectantes, a reacção de Vicente…

Vicente: ... de um bebé?

Vicente vira-se para trás, olha para Catarina com um ar... indescritível, e conclui:

Vicente: Mas não pode ser! A mãe nem sequer está grávida!



2º Acto — Macaquinhos na cabeça

Cena 1

Os três no carro, de regresso a casa, já jantados.

Vicente: Então, quer dizer que o bebé só nasce daqui a 8 meses?
Catarina: Sim.
Vicente: Ohh, eu queria que fosse já amanhã!…
Catarina: Não, será em Dezembro. Vai ser o nosso Natal.
Vicente: Ahn?? Então não vamos a Portimão?
Catarina: Será difícil, não contes muito com isso!
Vicente: Então e o avô e a avó??
Catarina: Vêm cá acima passar o Natal connosco.
Vicente: Ah, bom!

Vicente: E como é que se vai chamar?
António: Cristiano Ronaldo.
Catarina: Nem pensar, quem escolhe o nome sou eu!
Vicente: Não! Quero ser eu a escolher! Messi?
Catarina: Não!
Vicente: Hulk?

Cena 2

Vicente enfiado na cama, despedida de boa noite.

Vicente: Mãe, em que quarto vai ficar o bebé?
Catarina: Tu não disseste ao papi que queres ficar com o quarto cor-de-laranja?…
Vicente: Então vai para o outro quarto?
Catarina: Pois…
Vicente: Porque é que não pode ficar aqui, no meu?
Catarina: Os bebés acordam muitas vezes de noite, no início acordam de duas em duas horas…
Vicente: A sério? Porquê?
Catarina: Para comer. Acho que não ías gostar de ter um chorão a berrar-te aos ouvidos aqui ao lado.
Vicente: Mas se ele for para o quarto ao lado eu vou ouvi-lo à mesma! Não o podes levar para mais longe?

12/04/2015

Casa da Música - open day


Démos a volta ao edifício, espreitámos os cantos todos, até a sala VIP. Só ficou a faltar ir à sala Suggia que, pelos vidros ondulados, nos deixou com muita curiosidade.

05/04/2015

Páscoa num sistema solar diferente

… no Algarve, claro! Os meus avós têm muita sorte por viverem neste sistema solar em que está quase sempre sol e onde quase sempre há primos dispostos a brincar.
Tive direito a primeiro banho do ano (seguido de dezenas de outros), a campeonatos de body-board e a outras jogatanas de praia.
Pena ser sempre tão curto!



13/03/2015

1º Concerto, às escuras

O professor de instrumento do Vicente achou que ele já poderia participar numa masterclass com um especialista de Viola d'Arco. Lá foi o V ter uma aula especial com o Prof. David Lloyd. Parece ter corrido muito bem. Mas a masterclass terminava com um concerto de toda a classe de viola d'arco e o professor referiu que seria interessante o V assistir aos colegas mais avançados. Claro que sim! Sábado, 11:30. Mesmo em cima da hora do treino de futsal.

Lá fomos em família ao concerto de encerramento da masterclass. Não queríamos acreditar quando vimos o programa e vimos que a primeira actuação cabia… ao Vicente! Que nem tinha trazido a viola, porque vinha apenas assistir!


Felizmente, o professor deu a volta à situação. O "senhor Vicente" foi chamado ao palco, com uma viola XL emprestada,  seguindo-se-lhe uma tropa de mais quatro. Ele esteve a marcar o ritmo para os outros do nível dele (e que não era suposto actuarem!) poderem interpretar a obra que nesta imensa desorganização lhe cabia.


No fim, o Professor David entregou um certificado aos seus pupilos e o Vicente fez uma vénia desajeitada que foi muito aplaudida :)


11/02/2015

Pára-quedas que não abre

— Então, Vicente? Como é que arranjaste isso… tão simétrico?
— Ía a correr… foi uma pára-quedice!…


31/01/2015

Desenhar é…

… bom nas toalhas de papel dos restaurantes, mas uma seca no A5 dos TPC.


30/01/2015

Natal carnavalesco quase no Carnaval


O meu tio deu-me a t-shirt pelo Natal.
Só que o tamanho … havia de ser mais pequeno!
Levou a t-shirt de volta e nada de tamanho tal.
Semana após semana e… qual!
Pobre Ricardo, quase perdia o sereno!

Mas olhou para o lado e lá estava afinal:
A solução era o equipamento completo!!!
Fiquei a ganhar com vantagem abissal
A roupagem toda do campeonato actual
Em vez de um polo de outrora e obsoleto.

Visto-me a correr e assim na diagonal,
Não há tempo a perder, espera-me o corredor!
Fintas e remates e tabelas pela lateral
"Foi cueca!" e dá-se o golo esclarecedor…
Estou, sem querer, a brincar ao Carnaval.

27/01/2015

Mochila à prova de comentários

Há uns tempos atrás, as tias Nini e Guida ofereceram ao Vicente uma mochila muito original.
Como tantas outras, era uma mochila para fãs do Faísca McQueen, mas ao contrário de todas as outras, que apenas têm o personagem impresso, nesta, a própria mochila era o Faísca McQueen.


Foi muito usada no 1º ano, servindo tecnicamente para guardar tudo aquilo que os meninos do 1º ano guardam nas mochilas — além dos livros, cadernos, estojo e recursos para o lanche, guardava ainda:
  • folhas avulsas e amachucadas, com ou sem conteúdos,
  • recados para o encarregado de educação já fora do prazo e do contexto,
  • pedrinhas de tamanhos diversos,
  • lascas de vidro,
  • folhas de pimenteira e bagos de pimenta,
  • continhas "de diamante",
  • elásticos para o cabelo ("para ti, mãe!"), sabe-se lá vindos de que cabeça,
  • raízes,
  • barro em pedaços e em pó,
  • tocos de lápis de cor ou de cêra, de várias cores e formatos,
  • tubos de cola, já sem cola,
  • rolos de papel higiénico, sem papel higiénico, porque podem ser precisos para as actividades de expressão plástica,
  • restos de lanche (cuja antiguidade era impossível de apurar, mas cuja cor e cheiro apontavam para… semanas?)

A coitada da mochila rasgou em vários sítios, o fecho deixou de funcionar bem (depois de já ter sido intervencionado uma vez) mas!, o grande motivo para se ter de mudar de mochila não foi esse!

— Os meninos do 4º ano dizem que o Faísca é para bebés, mãe!

Agora o Vicente tem uma mochila… enfim, escolhida por ele. Sem bonecos, sem personagens, sem formas que não sejam as de uma mochila e sem nada que deixe transparecer a faixa etária de quem a transporta (mas que não é a de um bebé!).

É o fim!

14/01/2015

Onde está o Wally?

Dizem os mais sábios que há uma primeira vez para tudo.
Para mim, a primeira subida ao palco já foi, no Concerto de Reis do Conservatório de Aveiro, onde integrei o coro dos alunos de Iniciação.

Foi preciso fatiota especial: uma camisola verde e umas estrelas em papel branco (para uma surpresa, dizia-nos o professor). Antes do Natal, a minha tia Adriana ensinou-me a fazer flocos de neve em papel. Entre a geometria de um floco de neve e a de uma estrela a diferença deve ser pouca. Mas o nosso stock de flocos de neve estava curto, por isso a minha mãe fez mais alguns e aplicou-os na minha camisola.


Depois, já na actuação parece que estive bastante bem. Como fui a apenas um ensaio e nunca trouxe quaisquer lyrics para treinar em casa, a minha mãe achava que eu ía fazer de peixe, a abrir e a fechar a boca, para iludir o público… Mas não! Segui as canções [quase] todas!

E quando as luzes dos holofotes baixaram e a sala ficou às escuras, os senhores do teatro ligaram a luz negra e as nossas estrelas começaram a brilhar muito — o que me deixou muito intrigado com a física por trás deste fenómeno. Em boa verdade, enquanto todos os outros olhavam para as estrelas uns dos outros, eu era o único "Wally" a olhar para o que se passava lá em cima! Quem me encontra?


11/01/2015

S. Gonçalinho lá em cima

Desta vez, foi!
Uns amigos, daqueles que pagam promessas ao santo todos os anos, convidaram-nos para os acompanharmos na cavacada do padroeiro de Aveiro. E, como ao ceboleiro Vicente só faltava ir lá acima, enchemo-nos de desejos e fomos ajudar a despejar os 10Kg de cavacas por eles prometidas há um ano atrás.


Preocupado com o bem-estar de quem estava lá em baixo (tão propenso a rachar a carola com uma cavaca bem investida) o Vicente avisava sempre que as arremessava: "Senhores, lá vai uma!" E nisto, eis que dá com o grande amigo Afonso lá em baixo a acenar. Esqueceram-se os desejos, os avisos e os senhores: a pontaria foi ajustada e o Afonso passou a ser o grande alvo, mesmo quando já não o conseguia ver.


Depois, foi preciso tocar o sino, mas a altura e a força ainda são poucas…


Quando terminámos, o Vicente parecia estar a sair de uma trincheira onde tivesse acabado de explodir uma mina… de açúcar.